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sábado, 16 de maio de 2015

Numa Galáxia FAR FAR AWAY? TRETAS!

Segundo um recente estudo há mais estrelas (apenas) na via láctea, a nossa galáxia do que grãos de areia no planeta Terra.

Há 70 septiliões de estrelas e 17 bilhões de planetas similares à Terra apenas na Via Láctea


Mas nesse caso porque ainda não recebemos nenhum sms dos extraterrestres?


Bom, talvez nunca tenha ouvido falar, mas o físico Enrico Fermi – prémio Nobel e inventor do reactor nuclear - tenta-nos explicar a razão porque ainda não recebemos esse sms, através do seu paradoxo.

O PARADOXO DE FERMI
este video simples e directo explica no que consiste o paradoxo



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terça-feira, 17 de março de 2015

a maior fotografia do Universo

O telescópio Hubble que faz 25 anos, tirou 411 fotografias à galáxia 
Andrómeda

 SITE DO HUBBLE


Todas juntas numa imagem imagem totalizam 1.5 mil milhões de pixeis.
com 4.3 GB (clique na imagem e faça zoom para uma impressionante overdose de estrelas). 

Nela podemos ver 100 milhões de estrelas em combustões nucleares a mais de 40 mil anos-luz, com biliões de planetas, luas, cometas e meteoros a orbitá-las.


A galáxia de Andrómeda, é uma galáxia espiral localizada a cerca de 2,54 milhões de anos-luz de distância da Terra, na direção da constelação de Andromeda.

Distância da Terra: 2.538.000 ano-luz
Massa aparente: ~1.230 biliões M☉
Idade: 9 biliões de anos
Estrelas: 1 trilião
Constelação: Andrômeda
Dimensão aparente: 60′–190′




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THE "DARK" SIDE OF THE MOON


domingo, 8 de março de 2015

Um eclipse solar total, pode fazer mais do que simplesmente escurecer os céus


Um eclipse solar total - o maior na Europa desde 1999 – vai escurecer céu em algumas partes do continente às 09:45 UT na sexta-feira, 20 de Março.



projecção da sombra da lua (a negro) eclipse total,
 e da penumbra a (cinzento) eclipse parcial
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PODE REVER O ECLIPSE SOLAR TOTAL
 as vezes que quiser, numa cortesia 
NRK NEWS
TAL COMO ELE FOI VISTO EM SVALBARD
(Território Noruegês no Ártico)

os momentos da totalidade (quando se remove o filtro da câmara)
e se observa a coroa solar são um acontecimento cósmico 
duma beleza a que não estamos acostumados



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O eclipse vai bloquear 98% da luz do sol no norte da Escócia, mas para Londres, é de 85% .

Um eclipse solar total acontece quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, projectando a sua sombra sobre a Terra, uma vez que “apaga” (eclipsa) a luz do sol. Uma vez que grande parte desse eclipse irá bloquear a luz solar, a indústria de energia solar da Grã-Bretanha está preocupada que ele possa causar interrupções de energia.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

THE "DARK" SIDE OF THE MOON

Tornada famosa pelos Pink Floyd na década de 70 do sec XX, 
esta designação da face oculta da Lua não corresponde à verdade.

De Facto apesar de nunca ser avistada da Terra, (pois o período de Rotação da Lua corresponde exactamente ao período de translação em torno da Terra) está longe de estar mergulhado em trevas eternas, apresentando como qualquer astro com movimento de rotação rotação nasceres e pores de Sol 


Respondendo à pergunta feita por milhares de alunos e pessoas interessadas em astronomia: Como é o outro lado da Lua? Uma vez que não pode ser visto da Terra.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Solstício de Inverno - Natal - fim-de-ano 2014

A caminho do Natal (as festas do solstício de Inverno na antigas culturas Pagãs) e do final de mais um Ano, é tempo de e para muita coisa, pois o fim do ciclo orbital solar (pelo menos no Hemisfério Norte) é um convite à meditação e à reflexão que o cosmos nos dirige desde a alvorada do homem.

é tempo de Amor, Amizade e de Família,

é tempo de gratidão e de solidariedade,



é tempo de alegria e de recordação,

é tempo de balanço e de esperança,

é tempo de realidade e de sonho,

É uma boa altura para reflectir e para meditar naquilo de bom que a vida nos dá e o que de bom temos para oferecer e perseguir.

É tempo, afinal, de encontro, connosco próprio e com os outros, é tempo de reflectirmos sobre o sentido da vida, da nossa e dos outros, e o próprio significado da VIDA neste Universo.


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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Projecto - Warp Drive - da NASA


Vulcan command ship features a warp engine similar to an Alcubierre Drive. 

Image courtesy CBS.


Projecto Warp Drive da NASA pretende desenvolver veículos espaciais capazes de atingir "velocidades" que os poderiam levar até Alpha Centauri em apenas duas semanas, apesar do sistema se encontrar a 4,3 anos-luz.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

10 coisas que não sabe sobre a Estação Espacial Internacional. (ISS)


As Estações Espacial Internacional (ISS) é uma das maiores conquistas humanas e tecnológicas da nossa história.

As agências espaciais dos Estados Unidos, Rússia, Europa, Japão e Canadá uniram-se por um objetivo comum em nome da ciência e do conhecimento.

É um símbolo de excelência tecnológica e uma prova de que podemos alcançar através da colaboração e do trabalho em equipe.


Aqui vão as 10 coisas que você ainda não sabia sobre a Estação Espacial Internacional.



1 A Estação Espacial Internacional comemorou o seu 10 º aniversário de habitabilidade permanente a 2 de Novembro de 2010. Desde a Expedição 1, que foi lançada a 31 de Outubro de 2000, e atracou a 2 de Novembro, a estação espacial foi visitada por 196 pessoas de oito países.


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A maior tempestade no planeta em 2014,


O Super Tufão Vongfong, é um terror para todos aqueles no seu caminho



Por vezes, para se aprecial realmente a dimensão de algo, é preciso dar uns passos para trás. No caso do Super Typhoon Vongfong, a maior tempestade no planeta em 2014 (até agora), "uns passos atrás" significam 320 km.




O Astronauta Reid Wiseman capturou esta imagem magnífica do Vongfong, a bordo da Estação Espacial Internacional, e publicou-a no Twitter na quinta-feira à noite acompanhada pelo Tweet


 "Eu já vi muitos daqui, mas nenhum como este."


Não se deixe enganar pela beleza serena da formação da imagem publicada: No pico da intensidade, a velocidade do vento desta tempestade chegou a 340 Km por hora, com ondas de 15m em oceano aberto. A tempestade, desde então, tem enfraquecido um pouco, segundo o Weather Channel, e é esperado que chegue a terra firme no sudoeste do Japão no início deste fim de semana.

Para perspectivar melhor, o olho da tempestade (imagem acima)

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    ANTROPOCENO                  OVERVIEW EFFECT
                
         já estamos a viver uma nova era?          Coisas algo estranhas acontecem aos 
                                                                        quando regressam do espaço


 7 dicas de sobrevivência         Algo está para aconter: 
                                                                   Be prepared!
                      
que o podem ajudar a salvar a vida        Mensagem da NASA


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Quasi Immortals





Os seres humanos já alteraram tanto o planeta, e se persistirem no actual caminho a sua extinção é uma possibilidade real .

Mas se por outro lado aplicarem soluções sustentáveis aos modelos de vida das suas sociedades modernas, então, pelo menos parte da civilização humana, poder-se-á tornar quase imortal

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Um motor Espacial 'Impossivel' pode afinal vir a FUNCIONAR

é o que sugerem os testes feitos pela NASA

Em todo o mundo os investigadores trabalham e esforçam-se por desenvolver e demonstrar novos sistemas de propulsão espaciais que possam ter o potencial de abrir novas fronteiras na exploração do cosmos. 


Credit: NASA/Glenn Research Center


Parece que começa a ficar cada vez mais claro que uma tecnologia “impossível” de propulsão espacial afinal funciona mesmo.

Os investigadores do centro espacial Johnson da NASA, situado em Huston (USA Texas) descobriram que um sistema impulsionador de micro-ondas, que não necessita de propulsor (combustível sólido ou liquido), na verdade consegue gerar uma pequena quantidade de impulso como foi noticiado no Wired UK reported  na quinta-feira ( 31 de Julho)

Se a tecnologia se desenvolver, pode tornar os voos espaciais muito mais baratos e velozes, abrindo potencialmente o cosmos à exploração.

“Os resultados dos testes mostram que o desenho da cavidade de impulsão de RF [radio frequencia] ressonante, não existindo nada de semelhante, enquanto dispositivo eléctrico de propulsão, produz uma força que não é atribuída a nenhum fenómeno electro magnético clássico

E, portanto, demonstra uma interacção com o plasma virtual quântico do "vácuo”, foram estas as conclusões do estudo da equipa da NASA que foi apresentado na quarta-feira (30 de Julho) na 50ª Conferência da Joint Propulsion em Cleveland






As origens do sistema de propulsão testado pela equipa da NASA remontam ao investigador Inglês Roger Shawyer, que declarou que a sua “EmDrive” gera propulsão mediante a injecção acelarada de micro-ondas numa câmara. Não existe a necessidade de propulsor, uma vez que a energia solar pode produzir as micro-ondas. 

Shawyer afirma que a sua companhia, Satellite Propulsion Research Ltd., testou com sucesso várias versões experimentais do impulsionador. Mas muitos cientistas denegriram ou recusaram tais afirmações, dizendo que o sistema de propulsão viola a lei de consevação do “momentum”.

Contudo em 2012, uma equipa Chinesa de pesquisadores construiu a sua própria versão do sistema e verificou que na verdade funciona, gerando impulso suficiente para mover um satélite. Nessa altura um cientista americano chamado Guido Fetta construiu o seu próprio engenho, a que chamou “Cannae Drive” e convenceu a equipa da NASA onde está incluído o pesquisador da warp drive ,Sonny White, a experimentá-lo, o que eles fizeram ao longo de oito dias em Agosto de 2013. 





Os cientistas da NASA concluíram que a “Cannae Drive” produz de 30 a 50 micronewtons de impulsão – menos de 0,1% do medido pela equipa chinesa, mas no entanto demonstrando que a tecnologia funciona.

O Impulsionador poderá funcionar “agarrando”, de alguma maneira, as partículas sub atómicas que continuamente “borbulham” aparecendo e desaparecendo na existência, sugerem os pesquisadores da NASA. Os resultados obtidos e a tecnologia são suficientemente promissores para garantir futuros estudos, concluíram.

Os próximos planos para os futuros testes incluem verificação e validação noutras instalações de pesquisa independentes.


Pode consultar o resultado das pesquisas da equipa da NASA no seu ARTIGO FINAL Aqui sem pagar nada. http://ntrs.nasa.gov/search.jsp?R=20140006052

Traduzido por Carlos B. Cunha


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Primeiramente publicado em Space.com.







quinta-feira, 8 de maio de 2014

Uma nova simulação do Universo mostra a evolução do cosmos num video com grande definição

Conseguem as actuais teorias de cosmologia explicar como o universo evoluiu?

Uma maneira de descobrir é computar tudo o que pensamos que sabemos sobre o início do Universo e como as galáxias se formaram num super computador, e ver o que sai. 


Numa simulação apresentada na revista Nature, os pesquisadores fizeram exactamente isso - e daí saiu um cosmos que se parece muito com o nosso

Os resultados dão peso ao modelo padrão da cosmologia, e podem ajudar os físicos a sondar onde os nossos modelos de formação das galáxias falha.

domingo, 13 de outubro de 2013

O tempo que as coisas levam...

O Tempo que as coisas levam para acontecer, viajar e a chegar. Já para não falar em mudar.

Piscinas de tristeza e ondas de alegria!
A busca pelo equilíbrio ressalta em "Across The Universe"
Uma canção dos Beatles do álbum "Let It Be"(Lennon/McCartney) de 1970

A 4 de Fevereiro de 2008, a NASA transmitiu "Across The Universe" em direcção à estrela Polar, situada a 431 anos-luz da Terra.

A transmissão foi feita através duma antena de rádio de 70 m em Madrid,para celebrar os 38 anos da canção, o 45º aniversário da Deep Space Network (DSN), e 50º aniversário da NASA.



Nesta viagem interestelar, viagem não-tripulada por um ser humano, "apenas" veículo que transporta os valores e símbolos duma civilização que produziu a cultura em que os Beatles nasceram, a famosa canção poderá ser descarregada e escutada em todo o sistema solar da Estrela Polar, à sua chegada no ano Terrestre de 2439 

 

Esta "rapidez" acontece porque as partículas/ondas rádio que compõem a codificação da Canção dos Beatles, viajam à velocidade da luz



O que de facto nos dá uma ideia das distâncias aqui em causa e da própria dimensão do Universo.



Nesse ainda longínquo ano que se passará neste Planeta? Ainda existirá a Humanidade que produziu tal cultura? Teremos colonizado alguns planetas? Teremos solucionado os nossos problemas Sociais, Éticos e Filosóficos?

Uma Coisa é certa! Para as dualidades  partícula/onda que compõem a canção "Across the Universe" o tempo não passa, e já lá estão no seu destino.

Devido à sua velocidade que provoca uma distorção espaço-temporal, o tempo deixou de existir no seu referencial, e em semelhança ao hipotético e humanamente desenhado "Deus", encontram-se em todo o lado no Universo neste preciso momento.


Across The Universe

Words are flowing out like endless rain into a paper cup
They slither while they pass they slip away across the universe
Pools of sorrow, waves of joy are drifting through my opened mind
Possessing and caressing me
Jai guru deva
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
Images of broken light which dance before me like a million eyes
They call me on and on across the universe
Thoughts meander like a restless wind inside a letterbox
They tumble blindly as they make their way across the universe
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world

Jai guru deva
Jai guru deva






este é um Post Dumoc


sexta-feira, 21 de junho de 2013

SOLESTÍCIO DE VERÃO 2013

O Solstício de Verão de 2013 é hoje, embora aqui em Lisboa
não pareça (de maneira nenhuma) o ínicio do verão.
No hemisfério Norte, teremos a noite mais curta do ano
e a sombra dos objectos atinge o seu valor mínimo.
Para celebrar esta efeméride no âmbito do Ano Internacional do Planeta Terra 2013, instituições e público em geral vão repetir uma experiência realizada pela primeira vez há mais de dois milénios, por Eratóstenes (276 a. C – 194 a. C).


Analisando a sombra de objectos em dois lugares diferentes, ao meio dia, e juntando alguma matemática, Eratóstenes foi (assim) o primeiro a apresentar um valor para o raio da Terra.

como é aqui, simples e magistralmente explicado por Carl Sagan

*

Earth of sea and land and air
Lit into opportunistic life

By her mother star
Energy for you and me

 to burst into bloom

*

Tomorrow, the Sun will rise.
The Earth will revolve.
Life will adjust, compromise.
After the workday, we celebrate
potent evening light.



quinta-feira, 13 de junho de 2013

THE OVERVIEW EFFECT

Coisas algo estranhas acontecem aos astronautas quando regressam depois de terem contemplado a nossa bela bola azul - A TERRA - do espaço



The Overview Effect — Space Exploration and Human Evolution (Houghton-Mifflin, 1987)

O efeito geral é uma mudança cognitiva na consciência relatado por alguns astronautas e cosmonautas durante o voo espacial, muitas vezes durante a visualização da Terra em órbita ou a partir da superfície lunar.Refere-se à experiência de ver em primeira mão a realidade da Terra vista do espaço, que é imediatamente entendida como uma minúscula bola frágil que alberga a vida, pendurado no vazio, protegida e alimentada por uma fina camada de atmosfera. Do espaço, os astronautas dizem-nos que as fronteiras nacionais desaparecem, os conflitos que dividem as pessoas tornam-se menos importantes, e a necessidade de se criar uma sociedade planetária de  Estados com a finalidade de de proteger este "frágil ponto azul" torna-se óbvia e fundamental .

Observações feitas por terceiros a esses indivíduos relatam uma diferença notável na sua atitude. Os astronautas Rusty Schweikart , Edgar Mitchell, Tom Jones, Chris Hadfield  e Mike Massimino, todos eles relataram que experimentaram o efeito.

O termo e o conceito foi cunhado em 1987 por Frank White, que os explicou no seu livro The Overview Effect — Space Exploration and Human Evolution (Houghton-Mifflin, 1987), (AIAA, 1998).

Ao ver pela primeira vez o nosso planeta por inteiro, do espaço, e a compreensão de que tudo, absolutamente tudo, o que nasceu e morreu, tuda a História, toda a evolução todas as invenções, criações, arte guerras... teve lugar nessa linda esfera azul, autentico oasis a flotuar no vazio e ao mesmo tempo tão frágil, dá-se uma subita revelação, junta-se a peça do puzzle que faltava para ter a resposta. Dá-se uma epifania.

Uma noite (ou muitas) passada a olhar as estrelas (stargazing) com boa visibilidade e de preferência com uns bons binóculos (ou mesmo uma ida ao Planetário) na companhia de quem possa ensinar alguma "coisinha" contribui em muito para o "despertar da mente".

Paradoxalmente agora que o homem alcançou a possibilidade técnica de modificar o seu futuro, também as multidões, maioritáriamente concentradas nas grandes metrópoles, perderam a capacidade de olhar as estrelas. Devido à poluição luminosa e ao facto de não terem tempo para NADA, a maioria só consegue ver a Lua, perdendo assim uma ligação milenar com o cosmos e os correspondentes sentimentos de beleza, exaltação, admiração, respeito...por ele induzidos.

Como a maior parte de nós nunca poderá ir ao espaço, ver o Planeta Mãe como um todo, sentir a imponderabilidade a actuar sobre o corpo, sugiro como alternativa:

1º Mergulhar em águas marinhas calmas, limpidas e com uma temperatura agradável que permita a não utilização dum fato de mergulho. A ausência de peso é uma sensação fora do normal que nos ajuda a "voar" a alteração dos sons debaixo de água como que nos transporta para outra dimensão, e o contacto com a água no corpo (daí a importância da temperatura) aliados aos efeitos da luz solar a reverberar no meio aquático provocam uma sensação de experiência quase "extra-planetária".

2º Subir a picos montanhosos acima dos 3000m (onde já não existe práticamente vida) e escutar o silêncio (por vezes o bater do próprio coração é o único som) e olhar o horizonte. ver o sol (e os astros) a rodarem na sua "coreografia" cósmica...

Dumoc
“Child” of the Universe in the Earth year 2013

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A escala do Universo








Para ver um video Fantástico acerca da escala do Universo clique no link em baixo

Dos Himalaias ao BIG BANG
uma viagem fantástica!



The Known Universe takes viewers from the Himalayas through our atmosphere and the inky black of space to the afterglow of the Big Bang. Every star, planet, and quasar seen in the film is possible because of the world's most complete four-dimensional map of the universe, the Digital Universe Atlas that is maintained and updated by astrophysicists at the American Museum of Natural History. The new film, created by the Museum, is part of an exhibition, Visions of the Cosmos: From the Milky Ocean to an Evolving Universe, at the Rubin Museum of Art in Manhattan through May 2010.


Director: Carter Emmart

Curator: Ben R. Oppenheimer

Producer: Michael Hoffman

Executive Producer: Ro Kinzler

Co-Executive Producer: Martin Brauen

Manager, Digital Universe Atlas: Brian Abbott

Music: Suke Cerulo

For more information visit http://www.amnh.org

Categoria:

Ciência e tecnologia