Que beleza. Que beleza tão frágil, que imensa sabedoria. Esta é a melhor medicina que se pode prescrever: Brahms, Franz Liszt, Schubert 'Ständchen' à meia-noite com Barbara Hendricks como solista...
A primeira referência (conhecida) à obra de DUMOC aparece em 1972 na faixa de abertura de Goat's head soup, 11º albúm de estúdio dos Rolling Stones.
Dancing with Mr. D
(M. Jagger/K. Richards)
A canção abre com um riff da guitarra de Richards que é destacadamente repetido ao longo da canção. A letra de Jagger alude a um flirt com a obra de Dumoc sobre a consciência e liberdade, o Bem e o Mal.
“O mal encontra justificação na sua existência. O mal não precisa de prova ontológica, nem de redução ao absurdo, nem de fé ou de profetas. O mal é a sua própria expectativa. A minha vida ensinou-me que é o bem que precisa de justificação. É o bem que precisa de um porquê, de uma causa, de um motivo. É o bem que, na realidade, constitui o mais profundo dos enigmas."
"Nesta luta da existência entre os planos materiais e espirituais, Dumoc sugere, e Jagger, romantiza na sua letra, que somente através dum distanciamento apaixonadamente religioso (mas sem a necessidade de um deus) se consegue uma liberdade, sentida, experimentada e bem real (única), que mergulha inclusivamente bem dentro da metafísica."
Eu sou dos que acreditam que a vida real é mais incrivel e espectacular do que a ficção.
O que é um porco a pedalar numa bicicleta comparado a um ministro a demitir-se
irrevogávelmente?
O que (realmente) representa fazer passar um camelo pelo buraco duma agulha
face a fazer desaparecer milhões (sem deixarem rasto) na economia dum país?
As Teorias da conspiração existem!!!
e eu acredito (toda a vida acreditei) nelas.
Cabalas, Lobys, Traições, Embustes, Tramoias...ques as há, há!
Por isso quando os EUA lançam um alerta geral de atentado,
< all of a suden >
mas num TIMING impecável para justificar a espiolhagem que praticam e que Snowden expôs ao mundo, sinto areia nos olhos.
Hat Trick, está tudo perdoado, em verdade, devemos até agradecer, à patrulha policial do mundo, esta violação constante da privacidade, esta paranoia quotidiana de controle digital total, pois graças a todo este esquema, estamos agora sempre alerta e preparados para enfrentar todos os perigos.
Obrigado América. Obrigado
Snowden(afterall) is a Goofy
Não há dinheiro. Assim falava Vítor Gaspar e assim ainda falam os que pretendem tornar permanente a política de austeridade depressiva: não havia, não há e não haverá dinheiro.
Não havia dinheiro e daí a troika e o seu memorando. Não há dinheiro e daí a proposta pós-democrática do Presidente da República. Não haverá dinheiro e daí o segundo resgate, qualquer que seja o seu nome, com a mesma austeridade, desta vez sem o FMI.
Todas as fraudes - do "vivemos acima das nossas possibilidades" ao "todos temos de fazer sacrifícios" - e todas as políticas que estas inspiraram nos últimos dois anos - da mais predadora vaga de privatizações aos cortes nos salários directos e indirectos - são tributárias do poder de, com três palavras, enganar os portugueses com a verdade.
O resto do artigo, que saiu hoje no Público, pode ser lido aqui mas olhe que não existem mais dúvidas
Pelo meu, pelo seu e pelo bem dos (nossos) filhos e netos, temos de regressar à política da dívida com que começámos;
esta é a nossa arma, a arma dos que sabem que têm de desobedecer às estruturas de dominação europeias
É tão louco exprimir uma verdade intempestiva como é imprudente ser de uma sabedoria deslocada, que não se sabe acomodar às coisas tal como elas são, nem obedece aos usos, esquecendo a lei do banquete:
"Bebei ou ide-vos embora!"
e exigindo que a comédia não seja comédia.
A verdadeira sabedoria consiste , visto que sois homens e mulheres, em não procurar saber mais do que aquilo que está na natureza dos homens e das mulheres, em se submeter de bom grado à opinião da multidão ou em deixar-se arrastar nos seus erros. Mas, direis, isso é uma completa loucura! Aceito, conquanto que concordeis que é assim que se representa a comédia da vida.
É curioso observar a posição da Apple, enquanto empresa monopolista, e a sua relação recente com os mercados financeiros. Sem grandes incentivos ao reinvestimento dos seus lucros, esta empresa acumulou ao longo dos anos 145 mil milhões de dólares. No entanto, no passado mês de Abril, a Apple decidiu endividar-se nos mercados com obrigações no valor de 17 mil milhões de dólares. Naquela que aparentemente foi a maior emissão de dívida de sempre de uma empresa privada, as taxas de juro variaram entre 0,5% nas obrigações a três anos e 3,8% a trinta anos.
Todavia, porque é que uma empresa se vai endividar se está a nadar em liquidez? A razão é bastante prosaica. Boa parte dos 145 mil milhões de dólares disponíveis foi ganha e está depositada fora dos EUA. O seu repatriamento implicaria o pagamento do imposto sobre lucros norte-americano (35%). Por outro lado, o juro pago nesta emissão de dívida será dedutível na factura fiscal da Apple, resultando aparentemente numa poupança de 100 milhões de dólares todos os anos. Este dinheiro angariado nos mercados não servirá para financiar novos investimentos (e emprego), mas sim para permitir uma maior distribuição de dividendos pelos accionistas e financiar um programa de recompra de acções cujo objectivo é elevar a sua cotação na Bolsa.
Conclusão, a Apple beneficia de uma posição no mercado que lhe permite focar-se na valorização financeira das suas acções em vez da sua actividade produtiva, foge descaradamente ao fisco do país que lhe deu as condições físicas e humanas para florescer e, não contente, financia os ganhos dos seus accionistas através de um subsídio implícito dos contribuintes norte-americanos graças às deduções fiscais.
“Não podemos deixar que os nossos carrascos nos criem maus costumes”, mais ou menos isto: disse (citando Simone de Beauvoir) a presidente da Assembleia da República, a luxuosa reformada aos 40 anos. Foi ontem ou anteontem e vem mesmo a calhar para a conversa do momento histórico.
Um novo conceito de espaço, moda feminina, vestidos, túnicas... sapatos. malas e acessórios de moda convivem num espaço onde também pode ser aquirida
arte
os inspirados e vibrantemente coloridos acrílicos de
Dumoc
Tanto em Arte como em Fashion, podemos falar sobre como "descombinar" cores para criar "looks" atraentes, mas sem errar! A dica mais preciosa é (des)combinar as cores que "conversam entre" si.
E para saber quais as cores que conversam entre si Dumoc preparou um painel de cores, para que você entenda melhor.
Contrastantes:São as cores que estão opostas no círculo acima. A cor primária contrasta sempre com uma complemtar e vice versa, elas ajudam a se destacar e realçam-se uma á outra. Por exemplo: Usando uma jaqueta roxa com um sapato amarelo.
Análogas:Aquelas que estão lado a lado, que se originam da combinação das duas cores, combinando e dando uniformidade e harmonia ao look.
As grandes tendências da moda trazem consigo soluções inovadoras e a regra #1 consiste em inventar e "descombinar"
Hoje, neste nosso mundo (pós) moderno, existem diversas formas de compor um look de moda (á semelhança da pintura) para se obter harmonia e estilo próprio
E, para que isso aconteça, os elementos não precisam de se sujeitar mais à simetria.
Descombinar faz com que a personalidade ganhe movimento. E qual o segredo para fazer isso na medida certa? Em primeiro lugar, é preciso agradar aos olhos.
mas também é preciso tomar cuidado, para não deixar que os elementos confiram um aspecto pesado. Para começar, descombinar na composição dos padrões e cores é uma boa sujestão. E aí a variação vai de acordo com o gosto da pessoa.
Com uma blusa lisa, usar calças ou saias com estampa ou tecidos texturizados. Pode-se apostar também no constraste de cores, como por exemplo numa saia verde em contraposição com uma blusa com padrão de amarelos, azuis e ocres.
Descombinar pode ser também uma solução mais "sustentável". Na composição de um look jovem, é possível aproveitar peças antigas que já estariam sem uso e descombinar com outras modernas.
É só deixar a imaginação correr à solta.
Chocolate & Gengibre ® - Moda exclusivamente feminina em Campo de Ourique
O Solstício de Verão de 2013 é hoje, embora aqui em Lisboa
não pareça (de maneira nenhuma) o ínicio do verão.
No hemisfério Norte, teremos a noite mais curta do ano
e a sombra dos objectos atinge o seu valor mínimo.
Para celebrar esta efeméride no âmbito do Ano Internacional do Planeta Terra 2013, instituições e público em geral vão repetir uma experiência realizada pela primeira vez há mais de dois milénios, por Eratóstenes (276 a. C – 194 a. C).
Analisando a sombra de objectos em dois lugares diferentes, ao meio dia, e juntando alguma matemática, Eratóstenes foi (assim) o primeiro a apresentar um valor para o raio da Terra.
como é aqui, simples e magistralmente explicado por Carl Sagan