Convenhamos que o piano de Varoufakis é muito mais atraente,
sensual, intelectual e inspirador do que, “os violinos de Choupin” do Santana
Lopes ou os livros que o Pedro Passos Coelho garantiu ter lido e que afinal
nunca foram escritos.
Enfim prodígios insondáveis, dos genuinamente radicais
Depois existe a surpresa
Depois existe a surpresa








