O ministro islandês dos negócios estrangeiros, Gunnar Bragi Sveinsson, anunciou recentemente ao parlamento nacional que a vontade da população islandesa vai agora ser respeitada.
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Após meses de conflitos abertos com a "União europeia" relativos à pesca, e numa altura em que o país estava a ser alvo de sanções comerciais por parte da comissão europeia, a coligação governamental de centro-direita recentemente eleita em Abril de 2013, decidiu por um termo final ao processo de adesão à União Europeia, cumprindo assim a sua promessa eleitoral.
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Mesmo se o teor do anúncio foi obviamente declarado com uma inevitável "redondeza diplomática", esta decisão histórica torna-se definitiva; aliás o ministro declarou frente ao parlamento: "Dissolvemos a equipa e os grupos de negociação, e a partir de hoje, não haverá mais nenhuma reunião com os representantes da UE".








