Pois é. É o que apetece dizer.
Elas são tantas nos últimos tempos.
Sim, as credibilidades feridas de morte. As credibilidades de rapazes a quem não damos crédito que chegue para votarmos neles, mas em quem estupidamente votamos, e cujas credibilidades vão ficando feridas de morte por suspeita de falcatrua, por evidência de incompetência, por mentirolas, por irregularidades de maior ou menor calibre.
Feridas de morte que nunca chegam a matar.


