O artista criou uma série de gifs animados de curta duração, que transformam líderes políticos internacionais em sofisticadíssimas, opulentas e ricas Drag Queens, que me atrevo a renomear para WAR DRAGS
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segunda-feira, 10 de março de 2014
WAR DRAGS
Numa acutilante crítica política com um tom cómico, Saint Hoax (em Português Piada Sagrada) desmistifica o poder, através do humor, como antigamente tantas vezes o faziam os bôbos-da-corte.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
SITE A SUSPEITA STOPMOTION FILM
Aqui está o link para o recém criado site sobre o filme de culto Português a Suspeita vencedor de incontáveis prémios nacionais e internacionais entre os quais o CATOON D'OR, o óscar europeu.
Para todos os incontáveis fãs e aprciadores do cinema de animação volumétrica aqui fica o site.
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Carreira 28 - destino Dumoc
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
FELIZ NATAL to ALLTOGHETHER NOW
So here it is merry Christmas
Everybody's having fun
Look to the future now
It's only just begun
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domingo, 24 de novembro de 2013
Blade Runner - O Retorno em animação
BLADE RUNNER REMADE AS 12,000-WATERCOLOR ANIMATION
Esta animação é composta por 12 597 aguarelas, pintadas à mão, cada uma tem aproximadamente 3x1,5 cm de tamanho. Todas juntas, formam os 35 minutos da longa paráfrase ao filme Blade Runner (1982) de Ridley Scott.
"Blade Runner – A Edição Aguarela" segue o enredo do filme original, mas o autor tomou a liberdade de mudar um monte de coisas.
“Nunca foi minha intenção fazer uma versão exacta do filme, que não iria trazer nada de novo. Em vez disso, eu queria criar algo diferente e nunca antes visto – o resultado foi O Aquarelle Edition"
Por detrás deste Blade Runner, está o Hercúleo trabalho de Anders Ramsell, o artista sueco a quem se deve este remake animado em forma de curta-metragem, (uma paráfrase nas suas palavras) da obra-prima de sci-fi.
Tudo aqui voa num remoinho impressionista, mas os pequenos detalhes ainda assim encontram uma maneira de sobressair. Quando as personagens falam, os seus rostos movem-se com expressão. Quando Deckard entrevista Rachael no teste e ela fuma um cigarro, uma coluna ascendente de fumo passa-lhe em frente ao rosto, tal como acontece no filme.
É brilhante e maravilhoso.
Não deixes de assistir pois vale mesmo a pena.
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poderá também gostar de:
2001 Odisseia no espaço
Esta animação é composta por 12 597 aguarelas, pintadas à mão, cada uma tem aproximadamente 3x1,5 cm de tamanho. Todas juntas, formam os 35 minutos da longa paráfrase ao filme Blade Runner (1982) de Ridley Scott.
"Blade Runner – A Edição Aguarela" segue o enredo do filme original, mas o autor tomou a liberdade de mudar um monte de coisas.
“Nunca foi minha intenção fazer uma versão exacta do filme, que não iria trazer nada de novo. Em vez disso, eu queria criar algo diferente e nunca antes visto – o resultado foi O Aquarelle Edition"
Por detrás deste Blade Runner, está o Hercúleo trabalho de Anders Ramsell, o artista sueco a quem se deve este remake animado em forma de curta-metragem, (uma paráfrase nas suas palavras) da obra-prima de sci-fi.
Tudo aqui voa num remoinho impressionista, mas os pequenos detalhes ainda assim encontram uma maneira de sobressair. Quando as personagens falam, os seus rostos movem-se com expressão. Quando Deckard entrevista Rachael no teste e ela fuma um cigarro, uma coluna ascendente de fumo passa-lhe em frente ao rosto, tal como acontece no filme.
É brilhante e maravilhoso.
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2001 Odisseia no espaço
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domingo, 27 de outubro de 2013
Lou Reed
Lou Reed Dead At 71
Jenny said, when she was just five years old
you know there's nothin' happening at all
Every time she put on the radio
there was nothin' goin' down at all
not at all
One fine mornin', she puts on a New York station
and she couldn't believe what she heard at all
She started dancin' to that fine-fine-fine-fine music
ooohhh, her life was saved by rock 'n' roll
hey baby, rock 'n' roll
Despite all the amputation
you could dance to a rock 'n' roll station
And it was all right
it was all right
hey babe

Jenny said, when she was just five years old
you know there's nothin' happening at all
Two TV sets, two Cadillac cars
ahhh, hey, ain't help me nothin' at all
not at all
One fine morning, she heard on a New York station
she couldn't believe what she heard at all
not at all
she couldn't believe what she heard at all
not at all
Despite the amputation
you could dance to a rock 'n' roll station
It was all right
it was all right
oh, now here she comes now-now
you know there's nothin' happening at all
Yeah, every time she put on the radio
there was nothin' goin' down at all
not at all
Then one fine morning, she put on a New York station
and she couldn't believe what she heard at all
She started dancing to that fine-fine music
ahh, her life was saved by rock 'n' roll
rock 'n' roll
It's all right, all right
all right, all right
all right, it's all right
all right, all right
Baby, baby
baby, baby, ooohhh
sábado, 12 de outubro de 2013
Quadros em linha
Está on line o meu novo site que se chama justamente
Dumoc quadros em linha
Depois do meu curso tirado na CENJOR este Verão
sobre produção e criação de sites para internet,
nos quentes meses de Julho, Agosto e Setembro
Quero deixar um obrigado ao Miguel Crespo, Paulo Rodrigues, Ana Pinto Martinho
e (last but not least) ao Gonçalo Brito, pela dedicação, empenho e paciência que aplicaram na transmissão de conhecimentos ao longo destes meses.
tenho o prazer de os convidar a todos para esta inauguração.
obrigado
sábado, 21 de setembro de 2013
Os ateus são mais inteligentes do que os crentes religiosos
Novo estudo diz que:
Os ateus são mais inteligentes do que os crentes religiosos
Publicado pelo Guardian NY
Um novo estudo conduzido pela Universidade de Rochester (EUA)
conclui que os ateus são mais inteligentes que os crentes religiosos. O estudo
é considerado particularmente significativo porque é uma meta- análise de 63
outros estudos.
As meta-análises são realizadas para despistar os resultados
errados de outros estudos individuais, e para estabelecer uma tendência fiável
entre todos os estudos efectuados ao longo do tempo.
A meta-análise, segundo M. Webster é "uma análise
estatística quantitativa de diversas experiências e estudos separados mas
semelhantes, a fim de testar os dados agrupados para terem significância
estatística. "
O estudo foi realizado pelo investigador Miron Zuckerman e
encontrou " uma relação negativa de confiança entre a inteligência e a
religiosidade . " Em um dos estudos de meta-análise , os pesquisadores
acompanharam um grupo de 1.500 crianças superdotadas durante um período que
abrange 92 anos.
O estudo, não está terminado e ainda continua.
O estudo, não está terminado e ainda continua.
Até ao presente os resultados desse estudo mostram que uma menor
religiosidade está presente nos indivíduos mais talentosos mesmo nos seus
últimos anos. Isto parece contradizer a crença comum de que as pessoas se
tornam mais religiosas à medida que vão envelhecendo, isso pelo menos não
acontece com os indivíduos mais talentosos, que não tendem a abraçar a religião
à medida que envelhecem, e em vez disso, reforçam as suas convicções ateístas durante
toda a sua expectativa de vida.
Outro estudo de 1958 concluiu que " ... embora as crianças
inteligentes compreendam conceitos religiosos mais cedo na vida, elas também
são as primeiros a duvidar da verdade da religião, e os alunos inteligentes são
muito menos propensos a aceitar as crenças ortodoxas, e um pouco menos propensos
a ter atitudes pró religiosas. "
Os investigadores sugerem, contudo, que embora a visão comum
do ateísmo seja que pessoas mais inteligentes "saibam mais " do que
as pessoas menos inteligentes , pode acontecer que as pessoas altamente
inteligentes simplesmente tenham menos "necessidade " de religião.
Eles são capazes de adaptar as suas capacidades de "
auto-regulamentação e auto-aprimoramento ", para melhorar as suas vidas,
sem a necessidade de religião, e isso também pode explicar a sua falta de necessidade
nas crenças religiosas. "As pessoas que possuem as funções que a religião
fornece são propensas a adoptar o ateísmo , pessoas sem essas mesmas funções
(por exemplo , os pobres, os indefesos ) são propensos a adoptar o teísmo
", diz o estudo.
Este novo estudo que conclui que os ateus são mais inteligentes que os
crentes religiosos também sugere que os ateus também podem envolver-se em
comportamentos que acabarão por levar a uma quebra na fé religiosa, como
prosseguirem mais nos estudos e consequentemente a obtenção de empregos melhor remunerados:
As pessoas inteligentes costumam passar mais tempo na
escola, uma forma de auto -regulação que traz benefícios a longo prazo. Pessoas
mais inteligentes conseguem (mais facilmente) empregos de nível superior (e
melhor emprego e maior salário), que pode levar a uma maior auto-estima , e a incentivar
as crenças de controle pessoal.
Por ultimo, as pessoas mais inteligentes são mais propensas
a contrair casamento e permanecerem casadas (maior compromisso), embora o casamento ocorra mais
tarde na vida.
O que sugere, que, quando essas pessoas inteligentes passam da fase adolescente para a idade adulta e, em seguida, à meia-idade , os benefícios da inteligência podem continuar a se acumular.
O que sugere, que, quando essas pessoas inteligentes passam da fase adolescente para a idade adulta e, em seguida, à meia-idade , os benefícios da inteligência podem continuar a se acumular.
Esta acumulação de benefícios de se ser inteligente pode ser
o que faz com que as pessoas com inteligências mais fortes tendam a ser menos
religiosas.
No entanto, outros estudos têm mostrado consistentemente que
os ateus também tendem a ser mais inteligentes do que outros grupos, tais
como os conservadores que não são necessariamente religiosos.
A ideia duma necessidade de “conservadorismo " não
parece contribuir para os resultados destes estudos. No entanto, alguns
psicólogos pensam que todos os sistemas de “crença”estão ligadas aos objectivos
reprodutivos e não à inteligência pura.
Obviamente, ainda há muitas perguntas a serem feitas e muita
mais pesquisa a ser realizada para determinar exactamente porque os ateus
parecem ser mais espertos do que os crentes religiosos e outros grupos.
The Guardian
The Guardian
domingo, 25 de agosto de 2013
Campo de Ourique
é um dos bairros com mais
“atmosfera” em Lisboa e é certamente o bairro de Lisboa com a personalidade
mais interessante.
Campo de Ourique é o bairro
que todos os outros gostariam de ser
Não nasci no bairro mas por
lá ter vivido todos os anos 80 e boa parte dos 90, apaixonei-me
irremediavelmente por Campo de Ourique.
esplanada no Jardim da Parada
Apesar de já lá não viver,
continua a ser o meu bairro. É lá que gosto de fazer as minhas compras, beber
uma bica, tomar a minha imperial, comprar jornais, visitar livrarias,
conversar, jantar…
É uma das sete colinas de Lisboa:
é aquela que é um planalto.
Campo de Ourique com o rio Tejo em fundo
Com muita vida, agradável de
se visitar, pois, por ser plano, percorre-se de lés a lés, com facilidade embora possa demorar mais do que o esperado, devido aos muitos locais interessantes.
Lá, “acontece” cultura,
vive-se cultura, pois transbordante de vida, assume-se como uma das mais
interessantes zonas comerciais de Lisboa e uma das poucas que conseguiu
sobreviver ao fenómeno das grandes superfícies comerciais, pois, aí ainda se encontra
um comércio palpitante que nos oferece variedade, qualidade, exclusividade e
sempre um cordial e personalizado bom atendimento.
R. Tomás da Anunciação
A aldeia dentro da cidade:
Um bairro que ainda se
mantém popular e que já é moderno.
Podemos comprovar esta
modernidade na Loja Chocolate e Gengibre que alia a moda à arte abstracta num conceito inovador, onde lado a lado com as
colecções que a simpática e talentosa Rosarinho Guerra
( natural do bairro) selecciona, para todas as mulheres poderem realçar os seus
encantos naturais, o artista plástico Dumoc (ex residente) apresenta as
suas criações abstractas em telas coloridas e vibrantes que decoram com
sofisticação e leveza o espaço e muitas livingrooms duma elite vanguardista.
apartamentos de luxo em construção
no novo edifício do emblemático Cinema Europa
A face popular de Campo de Ourique , está mesmo à vista
e descobre-se em cada esquina:
Em Campo
de Ourique a gastronomia é visível nos múltiplos e excelentes restaurantes,
pastelarias, mercados, mercearias, charcutarias…é uma área na qual o bairro sempre foi rico, mas em que nos últimos
anos se apurou ainda mais.
arte nova na pastelaria Tentadora
É um bairro onde se come
muito bem e é visto pelos lisboetas e pelos turistas como um local onde é muito
agradável passar umas horas de “qualidade” como por exemplo no Café Restaurante
RUACANÁ, fundado em 1956 e baptizado pelas influências
africanas da época com o mesmo nome das muito belas quedas de água em Angola.
Foi nas caves deste estabelecimento, durante o Estado Novo, muitos dos que lutaram contra o seu derrube, na clandestinidade aí se reuniram e guardaram os panfletos e as literaturas contra o regime, que eram impressas na Livraria Ler, situada do outro lado do Jardim da Parada.
Foi nas caves deste estabelecimento, durante o Estado Novo, muitos dos que lutaram contra o seu derrube, na clandestinidade aí se reuniram e guardaram os panfletos e as literaturas contra o regime, que eram impressas na Livraria Ler, situada do outro lado do Jardim da Parada.
A outra face de Campo de Ourique, mais reservada, mais
peculiar, só se dá a conhecer a quem por lá anda com olhar atento:
Campo
de Ourique esteve fortemente ligado às ideias liberais, não fossem algumas das
suas ruas, homenagens a personalidades ligadas à revolução de 1820, como Ferreira Borges, Correia Teles e Saraiva de
Carvalho e de ter sido a partir desta última que, finalmente culminou na implantação da Republica em 1910.
Foram talvez
estas estirpes agitadoras e republicanas que uniram, apesar da sua diferença de
classes, operários e burgueses e que deram o mote a Campo de Ourique, para crescer
pejado de personalidade.
estátua de Maria da Fonte
(jardim da Parada)
História:
Na origem, Campo
de Ourique era apenas uma encosta ventosa para onde vão viver os operários das
inúmeras fábricas de Alcântara.
operários numa fábrica em Alcântara
Até ao século XVIII o bairro não fazia parte do centro de Lisboa. Quando a primeira freguesia surgiu, a de Santa Isabel, era composta por conventos e quintas. Mais tarde o liberalismo extinguiu os conventos.
ribeira de Alcântara actual Av. Ceuta.
Campo de Ourique foi uma zona de grandes ideais liberais, o que é comprovado ainda hoje pelos nomes das ruas e avenidas relativos a homens ligados a revolução de 1820, como Ferreira Borges, Correia Teles e Saraiva Carvalho.
Campo de Ourique foi, desde sempre, uma zona de grandes tradições revolucionárias e republicanas que uniam operários e burgueses, apesar da diferença de classes.
José Relvas Proclama a Republica
5 Outubro 1910
O início do século XX é uma época de grande prosperidade que se iniciado com a política de Fontes Pereira de Melo no fim do século XIX.
Campo de Ourique é uma das
sete colinas de Lisboa, mas é aquela que é plana e é aí que é Traçado o vasto xadrez geométrico que constituirá o bairro,
para o qual afluiu um estrato social médio-burguês, movido pelo prestígio que
rodeavam os novos espaços urbanizados.
Hoje o bairro ainda mantém esses traços.
Rés Vês Campo de Ourique
Existe um factor que esteve
na origem desta expressão, que significa escapar por milagre, e ainda dois
outros que mais tarde o vieram reforçar e dar à expressão a popularidade que
hoje tem.
Factor de origem - No terramoto que atingiu Lisboa em 1755 os 35 arcos do
Aqueduto das Águas Livres sobreviveram sem fracturas por
ficarem situados na junção de duas placas do Cretácio Superior, no limite de uma falha sísmica, a de Campo de Ourique.
ficarem situados na junção de duas placas do Cretácio Superior, no limite de uma falha sísmica, a de Campo de Ourique.
Aqueduto das Águas Livres
Os outros dois factores que
a reforçam:
1º – No traçado urbano da
Lisboa oitocentista, a circunvalação que traçava os limites da cidade passava
no próprio bairro de Campo de Ourique na rua Maria Pia pelo que o bairro era
considerado, à justa, uma parte de Lisboa.
Rua Maria Pia
(rua da circunvalação foi a 1ª circular de Lisboa)
(rua da circunvalação foi a 1ª circular de Lisboa)
2º - Dz-se também que foi com o eléctrico 24 que fazia o percurso entre os prazeres e o largo do Carmo que esta expressão se tornou ainda mais popular. A Razão de tal popularidade deve-se ao facto do eléctrico quase roçar a esquina da Real Panificação (em Campo de Ourique) pois colocando a mão fora da janela podia-se tocar no edifício: o eléctrico passava mesmo à Justa ou seja Rés vés Campo de Ourique.
Real Panificação de Campo de Ourique
Carreira 28 (Prazeres / Graça)
ainda em circulação
é uma autentica atracção turistica
domingo, 18 de agosto de 2013
Os médicos são uns completos ignorantes!
Que beleza. Que beleza tão frágil, que imensa sabedoria. Esta é a melhor medicina que se pode prescrever: Brahms, Franz Liszt, Schubert 'Ständchen' à meia-noite com Barbara Hendricks como solista...
Que melhor balsamo se pode receitar do que a verdadeira arte?
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Quadros em _____Linha
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domingo, 11 de agosto de 2013
DANCIN' SO FREE
Dancin' with Mr. D
A primeira referência (conhecida) à obra de DUMOC aparece em 1972 na faixa de abertura de Goat's head soup, 11º albúm de estúdio dos Rolling Stones.
Dancing with Mr. D
(M. Jagger/K. Richards)
A canção abre com um riff da guitarra de Richards que é destacadamente repetido ao longo da canção. A letra de Jagger alude a um flirt com a obra de Dumoc sobre a consciência e liberdade, o Bem e o Mal.
“O mal encontra justificação na sua existência. O mal não precisa de prova ontológica, nem de redução ao absurdo, nem de fé ou de profetas. O mal é a sua própria expectativa. A minha vida ensinou-me que é o bem que precisa de justificação. É o bem que precisa de um porquê, de uma causa, de um motivo. É o bem que, na realidade, constitui o mais profundo dos enigmas."
Ricardo Menendéz Salmon
"Nesta luta da existência entre os planos materiais e espirituais, Dumoc sugere, e Jagger, romantiza na sua letra, que somente através dum distanciamento apaixonadamente religioso (mas sem a necessidade de um deus) se consegue uma liberdade, sentida, experimentada e bem real (única), que mergulha inclusivamente bem dentro da metafísica."
Dumoc
Tudo isto é bem explicito no refrão e no riff da guitarra
I was dancin’ , dancin’ , dancin’ so free
I was dancin’ , dancin’ , dancin’ so free
Dancing, Lord, keep your hand off me
Dancing with Mr. D,
with Mr. D.
with Mr. D
A letra completa
Down in the graveyard where we have our tryst
The air smells sweet, the air smells sick
He never smiles, his mouth merely twists
The breath in my lungs feels clinging and thick
But I know his name, he's called Mr. D.
And one of these days he's gonna set you free
Human skulls is hangin' right 'round his neck
The palms of my hands is clammy and wet
-----------
Lord, I was dancin', dancin', dancin' so free
Dancin', dancin', dancin' so free
Dancin', Lord, keep your hand off me
Dancin' with Mr. D., with Mr. D., with Mr. D.
------------
Will it be poison put in my glass
Will it be slow or will it be fast?
The bite of a snake, the sting of a spider
A drink of Belladonna on a Toussaint night
Hiding in a corner in New York City
Lookin' down a fourty-four in West Virginia
------------
I was dancin', dancin', dancin' so free
Dancin', dancin', dancin' so free
Dancin', Lord, keep your hand off me
Dancin' with Mr. D., with Mr. D., with Mr. D.
-------------
One night I was dancin' with a lady in black
Wearin' black silk gloves and a black silk hat
She looked at me longin' with black velvet eyes
She gazed at me strange all cunning and wise
Then I saw the flesh just fall off her bones
The eyes in her skull was burning like coals
Lord, have mercy, fire and brimstone
I was dancin' with Mrs. D.
-------------
Lord, I was dancin', dancin', dancin' so free
I was dancin', dancin', dancin' so free
Dancin', dancin', dancin' so free
Dancin', dancin'
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